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porque estudante também pensa

A Revista Acadêmica XI de Agôsto, na sua edição de 2020, surge a partir de uma iniciativa dos estudantes membros da Gestão Travessia do Centro Acadêmico XI de Agosto. Temos por objetivo ensejar o debate político e acadêmico sobre temas relacionados com os acontecimentos atuais, através da publicação de artigos científicos originais, de coautoria ou autoria individual de membras da comunidade acadêmica. Este espaço é pensado também visando dar visibilidade às diversas entidades que compõem a nossa Faculdade, as quais convidamos a participar através do envio de trabalhos.

como pensar junto?

A participação se dá por meio do envio de artigos acadêmicos para os respectivos editais, lançados semestralmente.

avaliação dos trabalhos

O Centro Acadêmico XI de Agosto conta, para avaliação dos trabalhos enviados, com uma comissão responsável pela área de curadoria da Revista na primeira fase de correções. Além disso, contaremos com a colaboração de profissionais especialistas na fase final de correções.


Dentre os critérios a serem avaliados, estão: linguagem do texto adequada, clara, coesa e coerente; metodologia do trabalho é compatível com seus objetivos; texto coerente com o desenvolvimento da sua argumentação; trabalho original e com possível impacto na comunidade científica; utilização de referencial sólido e apropriado à temática abordada.

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edições anteriores

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edição 1. crise e covid: uma análise interdisciplinar

Esta edição da revista trata da pandemia causada pelo COVID-19. Este fato têm tido implicações e grave seriedade em todos os aspectos da sociedade, principalmente para a classe trabalhadora. Assim, torna se pertinente o debate multidisciplinar acerca dos impactos de tal crise diante de diferentes recortes.

Nós, do Centro Acadêmico XI de Agosto, enquanto membros de uma entidade que sempre esteve na vanguarda da defesa da ciência e da Universidade Pública, entendemos a importância de promover o acesso a um conhecimento qualificado acerca deste tema.


Estamos extremamente orgulhosos de poder ter construído um projeto de tamanha importância. Agradecemos o Professor Flávio Roberto Batista pela escrita da Apresentação dessa edição. Também, agradecemos imensamente todos os autores e autoras, sem vocês este projeto não existiria. Todos os artigos dessa edição são de alta qualidade e pertinência.

 

De fato, é um respiro e uma esperança saber que há tantas pessoas pensando, e com qualidade, a pandemia de maneira crítica e interdisciplinar.

edição 2. direito e marxismo

Esta edição da Revista visa tratar do Direito a partir da perspectiva marxista. Acreditamos que essa perspectiva pensa de forma radical e revolucionária o mundo em que vivemos. Pensa, a partir do materialismo dialético, a história, a sociedade e suas desigualdades e injustiças, estando elas no plano econômico, político-social e jurídico, esferas interconectadas dentro da crítica marxista. Sabemos que a divisão da sociedade em classes, a propriedade privada não são frutos da “natureza humana”. A opressão de classes é, sim advinda de uma determinada evolução histórica da sociedade, de modo que isso não é, de forma alguma, algo que existirá para sempre. "A história da humanidade é a história da luta de classe", escreveram Karl Marx e Friedrich Engels logo no início do primeiro capítulo de O Manifesto Comunista.


Dito isso, entendemos o Direito como a forma estrutural da sociabilidade capitalista e, ainda, tem assumido papel central na luta reacionária da classe burguesa nos dias atuais. Criticar o Direito a partir do Marxismo trata-se de questionar a posição central, muito defendida pelos autores positivistas, e mesmo por alguns que não se intitulam como tal, de que uma teoria do direito se constrói de forma “pura”, de forma isolada das influências de outros campos da vida social tais como a economia, a política e a moral, por procedimentos lógico-formais.

Assim, crítica do direito em Marx passa, necessariamente, pela crítica da dominação do capital sobre o trabalho e das instituições jurídicas que estruturam o processo de exploração capitalista, com “suas verdades e princípios eternos, permanentes e imutáveis”, que, para a teoria do direito hegemônica, pairam acima dos condicionamentos socioeconômicos e da luta de classes.


Estas são as premissas propostas às discussões a serem feitas nesta edição. Pretendemos incentivar o uso do marxismo como instrumento/ferramenta de análise científica da realidade e um método de transformação social e político para a produção dos trabalhos desta edição.